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A importância da atualização das tabelas de dispositivos médicos implantáveis

Todos os meses, milhares de materiais são utilizados por hospitais prestadores de todo o País. Mas como ter o controle dos modelos, codificações e preços aplicados, se a sua operadora não possuir dados atualizados e padronizados quanto à essas informações?

Além das informações referentes aos dispositivos médicos implantáveis, as terminologias utilizadas norteiam a análise dos comitês da Anvisa (no que diz respeito às regras dos fornecedores) e da ANS (que fiscaliza as operadoras) sobre a utilização desses materiais e faturamento deles junto aos fornecedores.

Reflexos da falta de padronização

Nas operadoras de saúde, o faturamento das contas médicas é parte da rotina dos setores de auditoria e compras. Mas é imprescindível que a listagem de materiais esteja atualizada e contenha as informações necessárias para checagem dos órgãos reguladores.

As informações que devem constar nas tabelas estão relacionadas ao:

  • Registro Anvisa
  • Código do fabricante
  • Código ANS (atribuído pela própria ANS para definir uma espécie de padronização dos materiais)

A partir dessas informações é possível criar tabelas de precificação mais assertivas e ter condições de identificar quais os dispositivos médicos implantáveis estão sendo utilizados em maior volume pelos hospitais e prestadores. O repasse das informações corretas foram normatizadas a partir de 2009, com a criação da Instrução Normativa ANS nº 34, a partir dos códigos referentes à Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS).

De 2009 para cá, a fiscalização das tabelas por parte dos órgãos reguladores ficou cada vez mais criteriosa, onde os erros de codificação impedem o envio dos dados dos materiais para a ANS. Esses dados devem ser enviados assim que esses são faturados junto ao fornecedor. Vale salientar que a falta de compatibilização da tabela não impede o faturamento junto ao fornecedor, mas pode demonstrar falta de transparência da operadora, que pode ser notificada pelo órgão regulador.

A adequação e higienização das tabelas de codificação de dispositivos médicos implantáveis têm sido uma crescente entre as operadoras. E a sua, já apresenta materiais devidamente atualizados?

Caso a resposta seja não, entre em contato conosco e saiba como solucionar este problema!